Prefeitura Municipal de Nova Santa Rita

Prefeitura Municipal de Nova Santa Rita
PARTE 2 - O que é música ? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Nos dias 28, 29 e 30 de novembro, a cidade de Nova Santa Rita irá sediar o 2º CAMPEONATO ABERTO CONE SUL DE BANDAS E FANFARRAS. Participam da disputa grupos do RS, Brasil e Exterior.

São apresentações belíssimas, cujas fotos do Campeonato realizado no ano passado, junto à Festa do Melão, reproduzimos no álbum. Desta vez, o Centro da cidade irá recepcionar os participantes, e teremos semanalmente, informações sobre bandas e fanfarras, histórias, fotos e tudo o mais que inclui a apresentação.

A pesquisa do material será feita pelo regente Sepé Tiaraju e pela funcionária Edinara Lopes, ambos coordenadores da Banda Municipal de Nova Santa Rita, e organizadores do Campeonato junto à Secretaria Municipal de Educação, Esporte e Cultura.

Participe, curta, compartilhe, e prestigie este evento em nossa cidade !!!!

Música Medieval

O período é marcado pela música modal praticada nas himnodias e salmodias, no canto gregoriano, nos organuns polifônicos, nas composições polifônicas da Escola de Notre-Dame, nas Arts Antiqua e Arts Nova e ainda na música dos trovadores e troveiros.

MUSICA MODAL

A música modal se caracteriza pela importância dada às combinações entre as notas e a seus resultados sonoros particulares. De acordo a função e o texto cantado, o compositor usa um modo escalar diferente. O fundamento da música modal é a composição melódica, seja uma monodia (uma só melodia) ou em uma polifonia (mais de uma melodia, simultâneas).

Himnodias e salmodias – A música erudita no ocidente começa com a proliferação das comunidades cristãs, entre os séculos I e VI. Suas fontes são; a música judaica (os Salmos) e a música helênica sobrevivente na antiga Roma. As principais formas musicais são as salmodias cantos de Salmos ou parte de Salmos da Bíblia e himnodias, cantos realizados sobre textos novos, cantados única linha melódica, sem acompanhamento. A música não dispõe, então, de uma notação precisa. São utilizados signos fonéticos companhados de neumas, que indicam a movimentação melódica.

Monodia gregoriana – A rápida expansão do cristianismo exige um maior rigor do Vaticano, que unifica a prática litúrgica romana no século VI. O papa Gregório I (São Gregório, o Magno) institucionaliza o canto gregoriano, que se torna modelo para a Europa católica. A notação musical sofre transformações, e os neumas são substituídos pelo sistema de notação com linhas. O mais conhecido é o de Guido d’Arezzo (995? 1050?). No século XI, ele designa as notas musicais como são conhecidas atualmente: ut(mais tarde chamada dó), ré, mi, fá, sol, lá, si.

MÚSICA POLIFÔNICA:

Os sistemas de notação impulsionam a música polifônica, já em prática na época como a música enchiriades, descrita em tratado musical do século IX, que introduz o canto paralelo em Escola de Notre-Dame – A prática polifônica dá um salto com a música desenvolvida por compositores que atuam junto à Catedral de Notre-Dame. Eles dispõem de uma notação musical evoluída, em que não só as notas vêm grafadas, mas também os ritmos a duração em que cada nota deve soar. Mestre Leonin e Perotin, o Grande, são os dois principais compositores dessa escola, entre 1180 e 1230. Ambos, em seu modo de composição rítmica
além da elaboração de vozes novas sobre organuns dados, se abrem para composições autônomas. Abandonam o fluxo rítmico do texto religioso, obedecido no canto gregoriano, em troca de divisões racionais, criando a base para escolas futuras.

Ars Antiqua – Desenvolve-se entre 1240 e 1325, e suas formas musicais perduram até o fim da Idade Média: o conductus, o moteto, o hoqueto e o rondeau. O moteto é composto a partir de textos gregorianos que recebem um segundo texto, independente e silábico, cada vogal corresponde a uma nota, seja repetição ou não da antecedente. Essa necessidade de cantar cada vogal num novo som impulsiona a notação ritmica. Os motetos que mais se
destacam são realizados com textos profanos sobre organuns católicos.

Ars Nova – DDe 1320 a 1380 impera a Ars Nova, denominação de um tratado musical do compositor Philippe de Vitry. O organum e o conductos desaparecem, e o moteto trata de amor, política e questões sociais. Variados recursos técnicos são utilizados para dar uniformidade às diversas vozes da polifonia: as linhas melódicas são comprimidas ou ampliadas e muitas vezes sofrem um processo de inversão (sendo lidas de trás para diante). Guillaume de Machaut é o grande mestre desse período. Utiliza, com precisão, recursos como os baixos contínuos e a isoritmia – relação de proporcionalidade entre todas as linhas melódicas da polifonia,
possibilitando que as vozes se desenvolvam sobre uma única base rítmica.

Música profana – A atividade de compositores profanos, como os minnesangers e os meistersangers germânicos e os trovadores e troveiros franceses, é intensa entre os séculos XII e XIII. Os trovadores da Provença, ao sul da França, e os troveiros, ao norte, exercem forte influência na música e poesia medievais da Europa. Suas músicas de cunho popular, em dialetos franceses, enfatizavam aforismo políticos (como no compositor-poeta Marcabru),
canções de amor (Arnaud Daniel, Jofre Rudel e Bernard de Ventadour), albas, canções de cruzadas, lamentações, duelos poéticos-musicais e baladas. A base para suas melodias são os
modos gregorianos, porém de ritmo marcado e dançante, com traços da música de origem moçarabe do mediterrâneo.

Renascimento
Nos séculos XV e XVI a música vocal polifônica passa a conviver com a música instrumental nascente. Destacam-se a polifonia franco-flamenga (França e região de Flandres parte da Holanda e Bélgica atuais), a polifonia da escola romana e a música dos madrigalistas italianos.

(CONTINUA NA PRÓXIMA SEMANA)

 


 
Nova Escola Infantil no Berto Círio tem 50 % das obras prontas PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Já chegaram a 50% as obras de construção da nova Escola Municipal de Educação Infantil no bairro Berto Círio, no loteamento Popular, ao lado da EMEF Victor Aggens. Os trabalhos foram verificados nesta terça-feira, 19, pela prefeita Margarete Simon Ferretti, que visitou o canteiro de obras.

As paredes da escola já estão erguidas e dão forma ao pátio, que está rodeado pelo muro que cercará o complexo. Conforme operários do local, o trabalho agora entra na chamada fase dos acabamentos.

A pedra fundamental da nova escola foi lançada no dia 22 de fevereiro, quando havia apenas a marcação do terreno.

Aumento em mais de 20% na oferta de vagas da rede
A nova escola terá vagas para 120 crianças, com idade entre 0 a cinco anos, e turno integralA quantidade de vagas representa um incremento de mais de 20% no total de ofertas da rede pública atual.

Se for levado em conta apenas os alunos matriculados nas três Escolas de Educação Infantil do município, a proporção de novas vagas chega a 33%. A diferença aparece pois alguns estudantes já estão em pré escola, em Ensino Fundamental.

Hoje, a cidade de Nova Santa Rita possui três Escolas de Educação Infantil, que totalizam 550 alunos matriculados. Na rede privada do município, em cinco instituições são compradas mais 100 vagas ao todo.

A nova escola está sendo construída junto à EMEF Victor Aggens. A previsão da conclusão da obra estimada de seis a oito meses.

O projeto da nova EMEI

O projeto da escola tem relação harmoniosa com o entorno, garantindo conforto ambiental dos usuários (conforto térmico, visual e acústico), qualidade sanitária dos ambientes e segurança, o emprego adequado de técnicas e de materiais de construção com enfoque na sustentabilidade e obedecendo aos padrões de qualidade.

A adequação dos ambientes internos e externos (materiais, cores e texturas) com as praticas pedagógicas (de acordo com as faixas etárias), a cultura, o desenvolvimento infantil e a acessibilidade universal, envolvendo o conceito de ambientes inclusivos.
Os espaços para crianças até um ano: sala de repouso, sala para atividades, fraldeiros, lactário, solário.

Os espaços para crianças de um a cinco anos conta com sala de repouso, sala multiuso, salas de atividades.

Espaços coletivos para todas as faixas etárias: pátio coberto, área de recreação descoberta, refeitório, banheiros e área externa.

Espaço administrativo: recepção, secretaria, almoxarifado, sala dos professores, sala de direção e coordenação.

Espaço de serviços: cozinha, despensa, lavanderia, depósito.

 
RELATÓRIO – 1º Colóquio da Rede Brasileira de CDES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Brasília 11/08/2014

Tema: Desafios e Prioridades na Execução das Políticas de Mobilidade Urbana

O Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social de Nova Santa Rita/RS, representada pelo seu Coordenador Executivo, Ottmar Teske, indicado pelo Pleno do CDES NSR participou do 1° Colóquio Conselhos Estaduais e Municipais, da Sociedade Civil e de Representantes dos Movimentos Sociais do Brasil.

A escolha do tema partiu das propostas debatidas e sugeridas no III Encontro da Rede Brasileira de Conselhos de Desenvolvimento Econômico e Social, realizado em Brasília, em fevereiro deste ano, ocasião em que foi destacada a necessidade de aprofundamento da discussão sobre o assunto.


ABAIXO, SEGUE DOCUMENTO PRODUZIDO NESSE I COLÓQUIO, QUE ESTARÁ A VOSSA DISPOSIÇÃO, Conselheiros do CDES NSR, PARA ANÁLISE, APRIMORAMENTO E CONTRIBUIÇÃO.

O mesmo deverá ser aprovado na nossa VI Reunião do Pleno, que será no dia 10 de setembro de 2014, no Auditório da Prefeitura Municipal de Nova Santa Rita/RS. Após vossa avaliação, o mesmo será encaminhado a Presidenta da República, Governador do Estado do RS e Prefeita Margarete, através da Rede Brasileira de CDES.

1º Parecer sobre Mobilidade Urbana
Considerando que Nova Santa Rita, localiza-se a 15 minutos do Centro de Porto Alegre/RS, além das recentes mudanças demográficas, que adicionam desafios aos problemas do desenvolvimento urbano, com fortes implicações sobre a questão da mobilidade urbana, a saber:

O estancamento do grande movimento de êxodo rural que caracterizou as últimas décadas, tal que as cidades passaram a crescer de maneira vegetativa, reduzindo a pressão expansionista das periferias pobres; a queda da taxa de natalidade; o fato do crescimento urbano ter se deslocado das metrópoles para as cidades médias - o que tende a equilibrar a organização do espaço urbano - e, também, para as beiradas das periferias metropolitanas, gerando problemas localizados mais críticos.

Considerando que esses deslocamentos e a relativa estabilização demográfica criam condição mais adequada para a estruturação planejada das cidades, buscando a racionalidade do seu funcionamento em torno do objetivo geral da qualidade de vida.

Considerando que o desenvolvimento desigual do País, voltado fundamentalmente para as necessidades de apenas uma parte da sociedade, gerou sistemas de infraestruturas e de equipamentos de transportes centrados no automóvel, em detrimento do transporte público e coletivo.

Considerando que a ascensão social e econômica de cerca de um quarto da população do País e a urbanização generalizada exigem uma nova composição intermodal da mobilidade urbana dada à insuficiência de infraestruturas e equipamentos de transporte coletivo de massa, necessários para assegurar a produtividade sistêmica do território, resultando em maior mobilidade, a menor custo, com melhor conforto para o conjunto da população.

Considerando que o automóvel em si não é o problema central e sim o fato de milhões de pessoas se dirigirem para os mesmos locais nos mesmos horários. Portanto, é o déficit de transporte coletivo, com comodidade e preços acessíveis, o desafio a ser enfrentado.

Considerando a necessidade da progressiva negociação com o conjunto da cadeia produtiva automotiva para um novo conjunto de prioridades, com potencial de dinamização industrial em resposta à nova demanda de equipamentos e infraestruturas de transporte coletivo, envolvendo a renovação das frotas para veículos mais confortáveis, a produção de ônibus elétricos e movidos por outros combustíveis e a expansão da base do transporte por trilhos e semelhantes.

Considerando que a reconversão estrutural da mobilidade urbana afeta, profundamente, o valor dos imóveis, o uso do solo e das vias públicas, as regiões de adensamento, a localização dos empregos, exigindo, por parte dos centros urbanos, a elaboração de planos integrados de desenvolvimento que contemplem o conjunto das mudanças.

Considerando que a expansão da capacidade de planejamento exige um reforço de pesquisas, sistemas adequados de informação e formação na área da racionalização da gestão. Em particular, a pesquisa da viabilidade, dos custos e do potencial para as diferentes soluções, assegurando o apoio necessário às prefeituras.

Considerando que a busca de soluções passa pela necessidade de realizar os estudos correspondentes e de se adotar uma visão sistêmica de médio e longo prazos, de identificar e dar prioridade às situações mais críticas, e de se assegurar o acesso democrático dos cidadãos ao transporte de massa.

Considerando que a base de informações para o planejamento e gestão da mobilidade urbana continua frágil exigindo um esforço amplo tanto para geração de indicadores, como de comunicação, para que as comunidades interessadas possam se inteirar do debate e participar das decisões.

Considerando que a formação de gestores capacitados para a análise integrada das dinâmicas do território urbano, nas diversas dimensões, apresenta-se como uma das iniciativas mais importantes no médio e longo prazos para assegurar uma capacidade adequada de planejamento integrado centrado na qualidade de vida da população.

Considerando o desajuste significativo entre as dinâmicas de urbanização e as divisões administrativas - com particular prejuízo para a gestão metropolitana, frequentemente fragmentada e sem corresponder às dinâmicas de origem/destino dos deslocamentos.

Considerando que as parcerias envolvendo o Estado, o Município, as empresas e as organizações da sociedade civil, e a construção de sinergias locais, assumem relevância e que o debate em torno do papel dos setores privado e público precisa evoluir para uma visão equilibrada em função do interesse público maior e da qualidade de vida da população.

Considerando a existência de aparato legal adequado e de qualidade, como O Estatuto das Cidades, e parcerias intersetoriais que poderiam contribuir para o fortalecimento das políticas públicas existentes em municípios de pequeno porte, assegurando na implementação a participação da sociedade civil organizada.

Considerando que as regiões metropolitanas apresentam a situação mais crítica, e devem ser objeto de políticas integradas, e que as cidades médias apresentam um potencial de inovações e de renovação tecnológica, sendo possível evitar a reprodução dos impasses que atingem hoje nossas metrópoles.
O CDES de Nova Santa Rita/RS recomenda:

1) Trabalhar de maneira diferenciada as políticas de mobilidade, segundo as características estruturais herdadas nas diferentes cidades e as novas dinâmicas demográficas, articulando a mobilidade à posse e uso do solo urbano;

2) Redirecionar os financiamentos das infraestruturas e dos equipamentos, priorizando uma nova composição intermodal do transporte de massa;

3) Priorizar a política nacional de transporte coletivo de massa para o fluxo diário no triângulo domicílio-escola-trabalho, em todas as cidades do País, com um olhar especial para as cidades médias dinâmicas, para evitar que essas cheguem à situação limite apresentada nas grandes metrópoles;

4) Tratar a política de mobilidade urbana em dois tempos: i) a curto prazo investir em corredores de ônibus para atender à demanda emergencial existente, e ii) a médio e longo prazos investir em trilhos, outros modos de locomoção coletiva e controle no uso e ocupação do solo.

5) Buscar equilíbrios distintos de composição intermodal de transporte em cidades médias ou pequenas, áreas centrais das cidades e grandes regiões metropolitanas. Priorizar o trilho, o ônibus, o BRT, as faixas exclusivas, os espaços melhorados para o transporte não motorizado e os pedestres, segundo as condições estruturais de cada cidade.

6) Buscar parcerias envolvendo diferentes composições possíveis, Estado, empresas e organizações da sociedade civil, tendo como referencial básico o interesse da população.

7) Prover os/as municípios/cidades do apoio técnico necessário à elaboração dos planos locais e exigir de cada cidade o seu plano de racionalização dos transportes, como condição para o acesso às diversas formas de financiamento.

8) Condicionar/negociar novos investimentos, acesso a financiamentos e semelhantes a uma gradual reconversão tecnológica. O esgotamento do modelo atual, com as dificuldades de mobilidade por que vêm passando tantas cidades, gera espaço político para este tipo de reconversão.

9) Fundamentar os planos urbanos de mobilidade em estudos dos custos relativos, na produtividade sistêmica do espaço urbano, e nas diversas lógicas que a mudança da mobilidade afeta, com particular atenção para o uso do solo.

10) Estimular pesquisas e promover a realização de estudos aplicados às próprias cidades e regiões interessadas.

11) Incentivar o desenvolvimento de um sistema transparente de informações sobre a mobilidade urbana, de forma a gerar melhor compreensão por parte da população, e assegurar a possibilidade de realização de estudos comparativos entre cidades e o monitoramento e avaliação dos progressos, por meio de apoio técnico e de parceria.

12) Promover em iniciativa conjunta entre os ministérios das Cidades, da Educação, da Ciência, Tecnologia e Inovação e das associações de prefeitos, programa de formação de gestores urbanos, entre outros.

13) Elaborar conjunto de indicadores que permita aos gestores municipais dispor de informação gerencial indispensável para uma gestão racional.

14) Dotar o Ministério das Cidades de condição para que possa desempenhar um papel mais amplo de apoio à racionalização do processo decisório na área, englobando, também, a logística de abastecimento e outras áreas que disputam o espaço de mobilidade. O PAC Transporte e o conjunto de iniciativas do governo federal torna essa iniciativa imprescindível.

15) Integrar a Política Nacional de Mobilidade à Política Habitacional, em particular ao Programa Minha Casa, Minha Vida e o Programa de Arrendamento Residencial.
Finalmente, tendo em vista que as competências legais sobre transporte urbano, uso do solo, saneamento são municipais, e no caso das metrópoles a Constituição prevê arranjos estaduais, o CDES de Nova Santa Rita apoia a aprovação do Estatuto das Metrópoles, em tramitação no Congresso Nacional, e a adoção de uma política integrada para as regiões metropolitanas.

CONSELHEIROS – CDES NSR

1 – Alonso Fernandes
2 – Adão dos Santos Silva
3 – Ângelo César Fontana
4 – Cláudio Pereira da Silva
5 – Cláudio Fraga
6 – Darci Zatti
7 – Elton Gilson Cezimbra da Rosa E
8 – Eltamar Salvadori
9 - Emerson Giacomelli
10 – Rev Eliseu Krummenauer
11 – Gilberto Luis de Vargas
12 – James H.P. De Oliveira
13 – Pr. João Luiz Alves
14 – Lourdes Marcon
15 – Lúcio Henrique Laubine
16 – Mariana Orneles Martins
17 – Rev. Marino Muniz dos Reis
18 – Marcia Goreth De Melo Espindola
19 – Natival Costa Dos Santos Júnior
20 – Nilvo Boza
21 – Ovídio Antônio Battistella
22 - Patrick Ilan Schenkel Cantanhede
23 – Paulo Renato Zveibrücker
24 – Pedro Assunção
25 – Pe. Reinoldo José Jantsch
26 – Rosa Cecília Bard
27 – Sidnei Alves Dos Anjos
28 – Selair Severo
29 – Silvio Luis Da Rosa Lopes
30 – Sofia P. Affonso Da Costa
31 – Terezinha F. G. Flores
32 – Adão Luiz Rodrigues dos Santos

Coordenador Executivo
Ottmar Teske – Gabinete da Prefeita
Presidente do CDES NSR
Prefeita Margarete Simon Ferretti


ANEXO 1 - IMPRENSA
Rede Brasileira de Conselhos prioriza mobilidade urbana
Conselheiros dão seguimento ao debate em prol do setor. Assunto foi definido como uma das prioridades da Rede para o ano de 2014

Assessoria Sedes

13/08/2014




Conselhos de todo o país estiveram reunidos no 1º Colóquio de Mobilidade Urbana. Conselhos de todo o país estiveram reunidos no 1º Colóquio de Mobilidade Urbana.
Representantes de conselhos econômicos e sociais reunidos em Brasília reafirmaram, na última segunda-feira (11), durante o 1º Colóquio sobre Mobilidade Urbana, a necessidade de aprofundar o debate sobre a pauta no âmbito da Rede Brasileira de Conselhos.

Durante o evento, promovido pela Rede, conselheiros de várias cidades do país tiveram a oportunidade de trocar experiências e definir futuras ações sobre o assunto. Foi consenso entre os conselhos que o aprofundamento do debate pode gerar importante acúmulo sobre mobilidade urbana e também sobre a participação social.

A Rede Brasileira já havia definido o tema como pauta prioritária para 2014 no 3º Encontro Nacional, que aconteceu em fevereiro. Na ocasião, os conselheiros comprometeram-se a trabalhar em busca de soluções para a melhoria da mobilidade urbana.

Novos conselhos - Quatro membros que recentemente aderiram à Rede Brasileira participaram, pela primeira vez, de um evento da entidade. Os conselhos das cidades de Foz do Iguaçu (PR), Limeira (SP), Pelotas (RS) e Nova Santa Rita (RS) foram apresentados durante o 1º Colóquio de Mobilidade Urbana.

 
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